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O LIVRO POR ESTA CRUZ TE MATAREI DOWNLOAD GRATUITO

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postado por Daniele

O LIVRO POR ESTA CRUZ TE MATAREI DOWNLOAD GRATUITO

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    Você nunca leu um livro como POR ESTA CRUZ TE. MATAREI, e nunca o esquecerá. Sobre o autor: Bruce Olson nasceu e foi criado em. Minneapolis. Documento: pdf ( MB). páginas. 1, 2, 3, 4, 5. Baixe o arquivo *.pdf e- books são disponibilizados gratuitamente, com a única finalidade de oferecer Você nunca leu um livro como POR ESTA CRUZ TE MATAREI. Na Saraiva você encontra milhares de itens, entre Livros, eBooks, Blu-Ray, Por Esta Cruz Te Matarei Este produto está temporariamente indisponível.

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    Curso escolta armada. Repentinamente me senti cansado at aos ossos. Mas eu queria conhecer Deus. Ele um tanto tmido. O pai de Bobby que incentivou a amizade com Bruce morre. E era verdade. Curso online java.

    Documento: pdf ( MB). páginas. 1, 2, 3, 4, 5. Baixe o arquivo *.pdf e- books são disponibilizados gratuitamente, com a única finalidade de oferecer Você nunca leu um livro como POR ESTA CRUZ TE MATAREI. Na Saraiva você encontra milhares de itens, entre Livros, eBooks, Blu-Ray, Por Esta Cruz Te Matarei Este produto está temporariamente indisponível. PDF - Por esta Cruz te Matarei. A Fascinante história do Um livro que deixa vários ensinamentos de amor, compaixão, fé e ousadia. E que também nos. Por Esta Cruz Te Matarei - Bruce Olson. Neste clássico da Link para dowload do PDF: Marcadores: Bruce Olson, Livros Cristãos em pdf. Livro: Por esta cruz te matarei – Bruce Olson. Postado por Sandra. Já citamos esse livro no tumblr “Kazoku Ikuyo” que fizemos para relatar um pouco.

    Eu sabia tudo a respeito de como preparar-se para a profisso. Enquanto estudava para faz-la, aprendera teologia. Mas eu queria conhecer Deus. O meu pai gostaria que no pensasse mais aquilo. Eu no lhe perguntara pois sabia o que diria.

    Ele olharia para mim, com os seus olhos azuis cristalinos, e me diria que estava desperdiando o seu tempo e o meu. Talvez eu estivesse. Parece que no havia outro Deus qualquer seno o Deus feroz dos luteranos; eu sentia medo s em pensar nesse Deus. Esse vento gelado, cortando o meu rosto, o seu vento, pensei.

    Chutei a grama seca, marrom, ao longo da calada. Essa manh ela fora enfeitada pela neve.

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    Alguns pedaos ainda gelados estavam espalhados sombra das sarjetas. Por que que eu nasci? Eu sou to alto e magro Eu nem posso jogar futebol.

    Quando eles me passam uma bola, e ela me atinge, todos riem de mim. Eu podia ver o rosto cheio de sardas de Kent Lange, envolto por cabelos escuros, ondulados, e sua boca aberta numa grande gargalhada. Era o meu melhor amigo. Senti um peso gelado no meu estmago, semelhante a quando eu tomava sorvete rapidamente.

    Por que que eu tomava tudo isso to seriamente? Era apenas um jogo. Quando eu chegar em casa, pensei, pegarei os meus livros. Ento todos esses problemas sero esquecidos. Eu gostava de arrumar os meus livros sobre a minha cama, colocando-os ao meu redor, de acordo com o idioma.

    Nas ltimas duas noites estivera estudando grego, lendo a minha Bblia. Eu possua uma grande Bblia de couro, lindamente encadernada, e muito bem impressa; eu gostava de folhe-la. Havia vrios anos eu vinha lendo a Bblia, especialmente o Antigo Testamento. Agora que estava aprendendo grego, era muito interessante aprofundarme no Novo Testamento.

    Porm, por enquanto, o Antigo Testamento era o meu favorito. Estava encantado com as histrias, fascinado pelas batalhas. Os profetas eram diferentes. Muitas vezes eles me amedrontavam tanto que eu fechava a Bblia bruscamente, at me convencer de que esse era um "livro de sonho", e no de verdadeira profecia.

    O julgamento de Deus era muito fcil de ser previsto: a terra abrindo-se e as pessoas sendo levadas para o fogo eterno; Jesus chegando com seus exrcitos de anjos ferozes e resplandecentes, com espadas para destruir toda a criao por causa de sua pecabilidade.

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    Eu me amedrontava todo, s em pensar em Deus. E no entanto, no podia parar; ia para a frente, lutando, sentindo-me desagradvel o tempo todo.

    Mais tarde eu pensaria: Oh, Deus, eu vou ser julgado. Eu me arrependia, mas intimamente sabia que tornaria a agir do mesmo modo.

    O Novo Testamento parecia diferente. Durante duas noites eu estivera lendo o livro de Joo. Estava confuso com ele. Jesus no se parecia em nada com aquele que me fora descrito. Ou ser que eu teria confundido Jesus com o Deus que eu temia? Por toda parte por onde Jesus andava, as pessoas eram mudadas por ele e sempre para melhor. Lembrei-me de minha classe da Escola Dominical. Conhecia cada um dos alunos. Eu freqentava a igreja com todos eles, toda a minha vida.

    Eles nunca haviam mudado. Nenhum de ns jamais se transformara. Sempre houvera muita conversa a respeito de transformao. O ministro nos dissera: "Vocs precisam mudar porque Deus vai amaldioar a terra e os seus pecadores. Vocs precisam ser santos, assim como Deus santo. Isso o que ele exige de vocs. Tendo pouco de sua perfeio, significa ter pouco de sua eternidade. Tentvamos nos amedrontar mutuamente, e ramos e dvamos risadinhas e escondamos a cabea embaixo dos travesseiros.

    Tnhamos prazer em amedrontar-nos. Mais cedo ou mais tarde, estvamos conversando a respeito do julgamento de Deus, sobre o fogo eterno e o cu sendo enrolado como um rolo. E ento ficvamos bem quietos. Sabamos que no era inveno de um diretor de cinema, ou de um escritor. Era algo verdadeiro. Esse fim viria. Mame estava preparando o jantar l na cozinha, quando cheguei em casa. Eu estava gelado por causa do vento frio e cortante. Tirei o casaco e o pendurei; depois fui cozinha, esfregando as mos.

    Ela afastou um de seus cachos loiros para trs e olhou para mim. Como foi a aula, hoje, Bruce? Muito boa disse eu. Onde est Dave? Ela baixou os olhos. Seu irmo e seu pai tiveram uma discusso. Est l em cima no quarto. Repentinamente me senti cansado at aos ossos. Sempre algum estava discutindo l em nossa casa.

    As coisas pareciam muito melhores quando no conversvamos uns com os outros. Subi as escadas para o meu quarto, notando que cada degrau estava to limpo e to brilhante, com um vermelho bem escuro semelhante a uma cereja madura. Gostei de ver aquilo. Tudo deveria estar em ordem. Tudo deveria ser perfeito e limpo. Por que a nossa famlia no poderia ser assim? Simplesmente olhando para todos ns, voc pensaria que tudo estava bem. Minha me era uma mulher sueca muito bonita, perfeita como uma esttua.

    Nenhum de meus amigos tinha uma me semelhante a ela. E o meu pai era elegante, com um queixo forte, cabelos castanhos abundantes, que nunca estavam despenteados. Mas dificilmente ns combinvamos.

    Fui para o meu quarto e guardei os livros. Ento tirei outros livros e os coloquei em minha cama. Tinha uma Bblia em ingls, um Novo Testamento em grego, e alguns livros que me ajudavam a compreender grego.

    Estiquei o corpo magricela na cama. Meus ps projetavam-se sobre os ps da cama. Meus livros formavam um crculo ao meu redor. Isso era o mais prximo do que se poderia chamar de um lar. Eu me sentia confortvel no meio deles.

    Li at ao entardecer. Minha me me chamou para jantar; desci para o crculo silencioso de minha famlia, ainda pensando sobre aquilo que acabara de ler. Meu pai observara que eu no proferira palavra alguma. Por que voc no contribui com alguma coisa para o bem do resto da famlia? Ele falara com grande preciso. Eu estava pensando a respeito de outra coisa, pai disse eu. E sobre o que estava pensando?

    Olhei para minha me meio desamparado. No desejava ser obrigado a falar. Bruce disse meu pai no olhe para a sua me. Sou eu quem est falando com voc. E ento eu fui forado a tentar explicar que estivera lendo o Novo Testamento e que no o compreendera muito bem.

    Naturalmente que voc no o entende disse ele. Ele foi escrito h dois mil anos. E naturalmente no faz sentido nos dias de hoje. Um bocado de alimento parou-me na garganta. Estava to cansado de ouvir o meu pai descartar as coisas com uma simples sentena.

    Que sabia ele a respeito disso? Olhei para o meu prato. Era to mais fcil se ns simplesmente no conversssemos. Logo que pude pedir licena, me retirei e voltei para o meu quarto. Tudo estava errado. Apanhei a Bblia, mas as palavras danavam em volta da pgina. O meu rosto estava queimando. Retirei os culos e deitei-me na cama. Eu as odiava. Aqueles culos haviam sido um empecilho no caminho dos esportes; fizeram com que eu fosse apelidado de quatro-olhos, e de olhos de inseto, durante todo o tempo que eu os usei.

    Coloquei a cabea no travesseiro. Que vantagem havia em ficar zangado com os culos? Certamente que em algum, lugar haveria algum que me poderia ajudar. O apstolo Joo encontrara-se com Jesus e desde ento nunca mais fora a mesma pessoa. Todos os Evangelhos contavam a respeito de pessoas que foram mudadas por Jesus.

    Eu ansiava por uma mudana, tambm. Mas julgava que o meu Deus no se preocupava comigo o suficiente para fazer alguma coisa. Onde est ele? Talvez se continuar lendo, possa encontrar a resposta, pensei. Mas, realmente no esperava encontrar algo que me auxiliasse. Afinal de contas, a Bblia fora escrita antes que os luteranos existissem. E ento me deparei com um versculo que me chocou, que fez com que sentisse a eletricidade tilintar dentro de meu corpo. Sentei-me e o li novamente: "Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o perdido.

    Eu sabia, imediatamente, de quem ele estava falando. Mas como que Jesus iria me salvar? E de qu? Porventura iria ele fazer algum milagre? Um versculo que eu lera em Romanos comeou a ter sentido: "Se em teu corao creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, sers salvo.

    Isso tudo? Somente crer? Eu no teria que fazer alguma coisa muito grande? Essa fora a idia que minha igreja me dera. Pensei a respeito das coisas de que no gostava em mim mesmo. O meu gnio. Os maus pensamentos que s vezes surgiam em minha mente. Jesus poderia mudar essas coisas? Ele fora capaz de transformar a gua em vinho dois mil anos atrs. Mas o que isso poderia provar com Bruce Olson? Pensei acerca daquelas pessoas, nos Evangelhos, que foram transformadas por Jesus.

    Mas o que que elas tinham a ver comigo? As horas passaram. Parece que no havia nenhuma soluo para as minhas perguntas. Estava exausto. O relgio, no meu quarto, marcava duas horas da madrugada.

    E ento senti, repentinamente, e com muita certeza, que aquelas perguntas no eram para eu responder. Senti-me atrado a falar com Cristo. Naturalmente j orara antes, mas de maneira formal, na igreja, lendo no hinrio. Mas agora era diferente. Deitei-me de bruos e conversei com Jesus. Foi uma conversa muito simples, mas a primeira que realmente tive com ele. Agora eu desejo ser transformado. Quero paz e satisfao como Paulo, Joo e Tiago, e os outros discpulos.

    Quero ser libertado de todos os meus temores e Naquele instante senti uma Presena em meu quarto, como uma quietude. Eu era, ao mesmo tempo, pequeno e calmo, enorme e suspenso, cobrindo tudo.

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    Tudo est to atrapalhado por aqui. E tambm est confuso comigo mesmo. Mas, por favor, Deus, quero ser transformado. Eu mesmo no posso faz-lo. E no compreendo como que tu podes fazer alguma coisa dentro de mim. Mas, Jesus, se tu pudeste mudar todas aquelas pessoas que a Bblia cita, acredito que podes mudar-me tambm.

    Por favor, Jesus, faze com que eu te conhea. Faze-me nova criatura. Senti-me como um miservel, alquebrado, e saturado de mim mesmo. Mas, ao mesmo tempo, sentia que uma paz me invadia. No era algo sem vida, passivo. No era, tampouco, uma espcie de silncio acabando com a guerra que havia dentro de mim. Era algo bem vivo, e aquilo me estava dando vida. Sentia que ia acabar gostando de mim mesmo.

    E sentia que no desejava que aquela paz, aquela quietude se afastasse. Fiquei ali deitado em minha cama, sentindo-me perplexo, estarrecido at mesmo para me mover ou at mesmo para pensar.

    Continuei a conversar com Jesus, sabendo que ele estava ali. Jesus estava ali no meu quarto. Eu no precisava me afligir a respeito do Deus luterano, ou do Deus cristo ou o Deus de qualquer outra pessoa. Eles no eram o meu problema. Jesus era o meu Deus, o meu Deus pessoal. Eu acabara de conversar com ele.

    Eu preciso compartilhar isso, pensei. Mudarei a minha famlia completamente. E os meus amigos l na igreja. Eles tambm precisam conhecer a Jesus.

    Aos domingos tarde a mocidade luterana reunia-se no poro da igreja. Cheguei cedo. Apenas alguns dos jovens estavam ali conversando, espalhados pelos vrios cantos da sala. Aproximei-me de um grupo de trs, os quais eu conhecia, e comecei a explicar-lhes o que me sucedera. Eu estava sorrindo com muito gosto, e esperava que eles reagissem da mesma forma.

    Pelo contrrio, nos seus rostos estampava-se uma expresso cuidadosa e de certa reserva. Alguma coisa estava errada, mas no sabia o que era. Mais alguns rapazes se aproximaram e prestaram ateno, e todos eles, solenemente. Quando terminei, no havia um som sequer. E ento um dos jovens olhou para cima, para o velho forro de madeira e disse: Ento, Bruce, voc encontrou uma porta especial para entrar no cu? Sim, voc se tornou superespiritual repentinamente, Olson.

    Eles no compreenderam! Talvez eu no tivesse explicado a coisa muito bem. No, no isso, de jeito algum eu disse. Est ali para qualquer pessoa e no s para mim.

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    No estou tentando dizer a vocs que sou algo especial. Olhei de um lado para outro ao redor daquele pequeno crculo de faces frias e reservadas. Esses eram membros de meu grupo! Eu desejava que compreendessem.

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    Porm, eles olhavam para mim como se eu fosse um animal do jardim zoolgico. O Reverendo Peterson aproximou-se e me voltei para ele.

    Ali estava algum que compreenderia. Poderia explicar muito melhor do que eu. O que que h meninos? O que est acontecendo aqui? Ele se voltou para mim: O que que est acontecendo, Bruce? Era um homem alto, com um rosto fino e vermelho.

    Tinha um enorme pomo-de-ado que subia e descia e que chamava a ateno quando falava. Expliquei o que havia dito at ento. Ele ouviu com todo carinho, sacudindo a cabea enquanto eu falava. Eu me sentia aliviado. Bem, isso maravilhoso, isso extraordinrio, Bruce. Estou to contente por ouvir que voc teve uma experincia to satisfatria.

    Mas no se esquea que voc foi confirmado na igreja luterana, justamente aqui, neste edifcio e que na ocasio da confirmao voc dedicou a si mesmo a Cristo.

    No entanto a vida crist comeou para voc, mesmo antes disso, quando foi batizado e recebeu o seu nome. Porm, quando tomei a santa ceia e fui confirmado, no havia nada de real para mim eu disse. Eu ainda era a mesma pessoa , Lembrei-me de como havia voltado para casa, com minha beca branca de confirmao, esforando-me por sentir um tanto diferente, mas dizendo a mim mesmo: Isso tudo que h?

    Eu esperava que houvesse mais alguma coisa. O rosto do Pastor Peterson, que at se mostrara amigo e cordial, transformou-se na mesma indiferena como o rosto dos jovens. Olson disse ele eu orei em favor de cada um de vocs, meninos, quando foram confirmados. Voc quer dizer que as minhas oraes no significaram coisa alguma? Voc precisa acreditar nos votos que fez, de que so verdadeiros e significativos.

    O seu rosto enrubesceu um pouco mais ainda. Como eu gostaria de nunca ter trazido aquele assunto baila. Mas precisava continuar. Bem, acredito neles agora disse. Jesus agora uma realidade para mim. Eu fui mudado. Agora sinto algo pelas pessoas o que nunca havia sentido. As palavras jorravam de minha boca.

    Eu queria par-las, mas no conseguia. Jesus a minha vida agora. Se ele o era antes, eu nunca o soube. Mais tarde o Pastor Peterson conversou comigo em particular. Estava bem firme. Olson, voc adquiriu algumas idias pentecostais em algum lugar. Mas no entregue a sua vida ao fanatismo. Retire a mscara. Voc no diferente de qualquer outra pessoa.

    Fiquei ali sentado, silenciosamente, cansado de tentar explicar a mim mesmo. Como que algo to bom, to basicamente simples, podia deixar as pessoas to perturbadas? Ele se recostou na cadeira. Bruce, quando voc chega no mago da coisa, cristianismo uma moral imperativa, que nos.

    Amar o nosso prximo. Essa a essncia de tudo. Depois disso, realmente prestei ateno aos seus sermes. Ele pregava a respeito de reforma e sobre tica crist, mas em nenhum deles falava a respeito do poder para essas coisas. Falava acerca de transformao e de um exemplo belssimo do que deveramos ser, porm no nos dizia como poderamos comear a igualar-nos quele modelo.

    Eu, tampouco, podia igualar-me ao modelo. Sabia disso. Ainda no, porm, apesar de tudo, a minha vida havia mudado, e estava-se transformando cada vez mais. Eu tinha paz com Deus. Ele era algo real e eu o conhecia. O meu gnio sempre fora um problema terrvel.

    Mas depois que conheci a Jesus, parece que se desfizera. At mesmo os meus amigos no grupo da mocidade, com todas as suas zombarias, parece que no me perturbavam mais. Eu estava frustrado e ferido, pois a nica coisa que desejava que eles tambm tivessem um encontro pessoal com Jesus.

    A minha atitude em relao escola tambm mudara. Comecei a interessar-me pelo que eu estava estudando, porque podia ver como tudo aquilo se relacionava com Jesus. Minha me comeou a apreciar as reunies de pais e mestres a fim de ver o melhoramento de minhas notas. Eu sempre gostara de estudar lnguas, e estudava latim, grego e hebraico. Agora eu tinha uma razo para estud-las. Eu podia ler a Bblia nas suas lnguas originais, grego e hebraico, e podia ler em latim os escritos dos primeiros cristos.

    Mas, medida que a escola se tornava mais e mais significativa, a igreja se tornava cada vez mais penosa. Eu ficava suando durante os cultos, com um desejo imenso de gritar para o Pastor Peterson de que ele no entendia Jesus. Deixei de participar da comunho, porque eu fora ensinado que para tom-la precisava estar em plena comunho com os outros membros e com Deus e eu no sentia muita comunho com o pastor nem com a congregao.

    Eu no havia contado a Kent Lange a respeito de minha experincia; realmente, eu no o havia visto muitas vezes, desde que mudara de colgio. Cerca de duas semanas depois de meu encontro com Jesus, no entanto, ele veio minha casa num.

    Ele havia corrido at casa e estava praticamente sem flego, quase no podendo falar. Bruce, a coisa mais incrvel aconteceu comigo finalmente ele pode balbuciar. Ontem noite, l na igreja, eu pedi a Jesus que entrasse em meu corao, como eles nos dizem para fazer o tempo todo, e Bruce, ele veio.

    Perdi a noo de tudo que estava acontecendo no culto, Bruce. Ele estava l, na igreja, e no meu corao, e eu o sabia.

    Fechei os olhos enquanto uma onda de alvio e de alegria passou por mim. Oh, Kent, isso maravilhoso eu disse. E ento lhe contei a respeito de minha prpria experincia. Ficamos ali conversando ambos ao mesmo tempo. E ento Kent saltou sobre mim, e rolamos pelo quarto, numa luta, empurrando-nos mutuamente, enquanto comparvamos as nossas experincias.

    Kent, eu quase no posso acreditar. Acontecer isso para ns dois Eu estava de p, olhando para ele. Mas, Kent, o que voc quer dizer que l na igreja lhe dizem para pedir a Jesus que entre em seu corao?

    Eles no dizem isso na minha igreja. Ningum jamais ouviu isso. Kent me contou a respeito de sua igreja. Na realidade, ela era completamente diferente da montona igreja luterana, que toda a minha vida eu freqentara.

    Kent disse que praticamente todas as pessoas reconhecem a Jesus como seu Senhor e Salvador. O dia seguinte era domingo, e Kent me convidou a ir com ele sua igreja.

    Externamente ela era semelhante a qualquer outra igreja. Porm, eu me sentia excitado. Eu nunca havia ido a outra igreja que no fosse luterana. Para mim, internamente, ela no me assemelhava a uma igreja. No havia banco algum, no havia decoraes elaboradas no altar. Ela mais se parecia ao auditrio de uma escola Havia j uma poro de gente l dentro, mas no estavam sentados em seus lugares.

    Estavam conversando. Deu-me a impresso de uma colmia repleta de abelhas grandes e zumbindo ao redor. Na igreja luterana todas as pessoas chegavam em silncio e imediatamente tomavam os seus lugares e comeavam a orar. Ns nos sentamos nas cadeiras, mais para o fundo. Quando o culto comeou, o pai de Kent, que era o ministro, foi frente.

    Estamos aqui reunidos hoje, para louvar a Deus pelo que ele nos fez em nossas vidas atravs de seu Filho Jesus Cristo disse ele. Unamo-nos todos cantando o hino nmero Todas as pessoas apanharam o seu hinrio e o abriram. Era um hino que eu nunca ouvira.

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    Kent achou o hino, o piano comeou a tocar, o rgo de tubos ecoou e a congregao cantou. Algum atrs de ns comeou a bater palmas. Todos os outros se juntaram a ele. Eu estava abismado. Que que estava acontecendo? Onde que estava a reverncia, o respeito? Depois do hino, o Sr. Lange voltou plataforma, Bem, estamos batendo palmas em louvor ao Senhor disse ele. Estamos hoje, aqui, na casa do Senhor, e se vocs crem que Deus verdadeiro, digam "Amm".

    E todo mundo disse, enchendo aquele local com um som enorme e ensurdecedor Mas, o Sr. Lange colocou a mo ao ouvido e disse: Todo mundo disse Amm a? Eu no pude ouvi-lo. E ento eles disseram novamente, mais alto do que nunca. Eu me contorci. Achava que todo mundo devia estar olhando para mim, a nica pessoa a no dizer Amm. Lembrei-me de uma vez, na igreja luterana, quando deixei cair o hinrio no meio do culto, e minha me me segurou e disse: "Psiu.

    No o pegue agora. Continue de p. Naquela tarde havia uma banda, e ela comeou a tocar. Logo mais todo mundo ao meu redor estava acompanhando a msica com o bater do p. Lange convidou algum a dar um "testemunho. Sabemos disso, porque estamos aqui reunidos lendo sua palavra e cantando seus louvores.

    Mas precisamos de que algum d seu testemunho. Quem que poder se levantar e contar o que Deus fez para ele? Eu no esperava que pessoa alguma estivesse disposta a fazer aquilo. Mas, antes que eu percebesse, um homem se levantou e comeou a falar a respeito de alguns problemas que sua famlia estava passando. Mas, dou graas a Deus por esses problemas disse ele , porque atravs deles Deus nos ajudou. Fomos capazes de orar por eles como famlia, e realmente ele nos est ajudando a solucionar as nossas diferenas com amor, dia aps dia, e estamos ficando muito mais unidos como famlia.

    E ele fez com que toda a sua famlia se levantasse. Havia quatro rapazinhos, e alguns deles se aproximavam de minha idade. O homem abraou a cada um deles. Depois eles o abraaram e se abraaram entre si. E eles at abraaram algumas das pessoas sentadas perto deles.

    E todo mundo bateu palmas. Tudo aquilo era muito estranho. Mas, como eu ansiava por tudo aquilo! Eu desejava poder orar com a minha famlia toda. Eu desejava ser abraado e aceito por meu pai! E ento veio o sermo. No tinha ido muito longe, quando o homem sentado ao meu lado, recostou-se e disse: "Amm! Se bem que tudo aquilo fosse to estranho, tudo aquilo me atraa. Aqui estava uma igreja onde as pessoas pareciam conhecer a realidade de Cristo.

    Voltei igreja na quarta-feira para o culto da noite. E depois fui ao culto de orao, na quinta-feira noite, e depois a um culto na sexta-feira tarde. E o dia todo no domingo. Eu no podia receber o suficiente. E estava aprendendo tanta coisa das Escrituras. Naturalmente que eu estivera lendo a Bblia, mas as mensagens do Sr. Lange abriram-me os olhos para as coisas que eu nunca pensara ou sonhara. Imaginava que teria problemas com os meus pais.

    E no demoraram muito a vir. Eles haviam ficado transtornados quando a princpio eu lhes contara a respeito da realidade de Cristo em minha vida.

    Meu pai, principalmente, estava apreensivo. Se tudo no pudesse ser explicado em termos luteranos, no era compreensvel ou aceitvel. Ele havia sido crismado como luterano, e para ele, ser luterano significa respeitabilidade. Ele tentou convencer-me de no ir mais igreja interdenominacional. Quando eu voltava para casa, ele levantava os olhos do jornal e dizia: Bem, aqui est o nosso filho pentecostal de volta do reino de Deus.

    Qual a mensagem de Deus, hoje noite, para ns pobres pecadores? Ele dizia isso todas as noites sim, cada noite quando eu voltava da igreja. Foi to enfadonho que eu no podia suportar mais. Eu passava correndo por ele, ia para meu quarto e enterrava a cabea sob o travesseiro, tentando abafar o som de sua voz em minha cabea.

    Ele tambm batia palmas, numa imitao do que acontecia na igreja, porque inicialmente eu havia tentado descrever aquilo para todos eles e cantava: "Oh, sim, Jesus! Ns seremos salvos; Oh, sim, Jesus!

    Eu ia igreja luterana todos os domingos de manh para satisfazer minha me, e depois ento eu comeava aminha caminhada para a outra igreja. Era inverno, e o vento suspendia as pernas de minhas calas e as mangas de meu casaco. O frio me penetrava atravs da sola dos sapatos, subindo das caladas cobertas de neve, e atravs de meus ps, subia-me pelas pernas.

    Havia dias quando cada passo dessa caminhada era uma agonia. E ento eu chegava igreja. L havia calor. Rostos amigos me olhavam e me cumprimentavam. Abramos as nossas Bblias e o meu corpo se descontraa e relaxava, como um gato quando se prepara para dormir. Mas a minha mente estava bem alerta. Eu sentia uma alegria imensa quando lia a Palavra de Deus.

    Aps o trmino do culto, permanecia por ali tanto quanto era possvel. Eu sempre recusava voltar de carro com algum. Eu era orgulhoso demais ou muito tmido.

    Meu pai fizera tudo que fora possvel, menos me proibir de assistir aos cultos. Certa noite eu voltava para casa mais tarde do que o costume. No caminho, eu precisava atravessar uma ponte sobre um lago. O vento soprava ondas de neve em p sobre a estrada e em meu rosto, sem ter coisa alguma que o impedisse.

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    Eu queria descansar, mas tinha medo de parar. Lembrava-me de histrias de andarilhos que haviam morrido congelados porque haviam parado para descansar e no puderam levantar-se nunca mais. Do outro lado da ponte podia ver as luzes das casas, lares to lindos, como conchas brancas espalhadas pela neve. Estava escuro. Senti um grande alvio por ter chegado minha casa. Tentei pegar na maaneta, e tive certa dificuldade em segur-la.

    A minha luva, coberta de gelo, escorregou no cobre gelado. Lentamente, tentei retirar. Foi preciso, finalmente, retir-la com os dentes, pois os meus dedos simplesmente estavam duros e hirtos. Coloquei a mo na maaneta novamente e virei-a. A porta estava fechada a chave. Tentei novamente para ter plena certeza. No havia engano algum.

    Meus pais haviam-se esquecido que eu ainda estava fora. Eu no sentia prazer algum em acord-los, mas precisava entrar em casa; ento toquei a campainha. Olhei para a janela do quarto deles, tentando ver a luz acender-se. Ela no se acendeu. Toquei a campainha novamente. No houve resposta. Minha me podia facilmente dormir com todo aquele barulho, mas meu pai tinha um sono muito leve.

    Eu sabia que ele estava acordado. Pai, sou eu, Bruce. Desa e abra a porta para mim, por favor. Eu estou gelando. No houve resposta alguma. Se bem que no o quisesse, desandei a chorar, e as lgrimas gelavam em meu rosto. Pai, por favor. Sou eu, Bruce. Deixe-me entrar. Tomei uma respirao profunda e segurei-a.

    Ento me senti um pouco mais calmo. Ergui os olhos novamente para a janela escura. Parecia que ela estava me observando, como um olho escuro encoberto. At que enfim me lembrei dos Lange. Eu sabia que eles me receberiam. Mas eu precisava andar mais trs. Por favor, papai , tornei a chamar e esperei. Virei nos calcanhares e comecei a correr.

    Corri o mais depressa que me foi possvel, at no poder mais. Quando parei, j havia atravessado a ponte. O meu hlito estava pesado, e o ar frio me queimava os pulmes a cada respirao. Finalmente cheguei casa dos Lange, exausto e tremendo. Eles se levantaram e me deram um lugar aquecido para dormir. Essa foi a pior ocasio.

    Mas no foi a ltima. Eu nunca sabia, ao voltar para casa, se iria encontrar a porta trancada ou no. Minha me estava numa posio um tanto esquerda. Ela tinha receio de meu pai, e havia to pouco que ela podia fazer para cont-lo. Lembro-me de que uma tarde, ao voltar para casa, encontrei-a na cozinha, debruada sobre o fogo, com lgrimas manchando o seu rosto impecvel, e gotejando sobre os bicos de gs.

    Aquilo me assustou. Me, que que h? A sua voz ficou embargada. Por duas vezes ela tentou falar, mas no pde. Finalmente ela disse: Bruce, que que poder manter a nossa famlia unida? Eu achava que sabia a resposta. Eu estava tentando d-la havia muito. Mas agora, quando fui indagado, parecia muito difcil p-la em palavras.

    Me, ns precisamos ser cristos verdadeiros. Com Jesus em nossas vidas, h esperana para ns eu disse.

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    Eu no desejava enraivec-la. Porm, quando ela olhou para mim, sabia que ela estava zangada e ferida no era somente comigo, mas com a vida. Oh, Bruce disse ela. Como que voc pode dizer isso, quando o seu Jesus a fonte da metade de nossos problemas? Pelo menos, antes dele, podamos nos tolerar mutuamente. Mas ele atrapalhou tudo. E era verdade. Mas naquela ocasio eu no sabia que Cristo havia dito que ele traria divises tanto quanto a unio para as pessoas.

    Eu estava descobrindo que a cruz de Cristo significava mais do que alegria e paz. Ela significava sofrimento, tambm. Sofrimento que era necessrio para trazer, mais tarde, a esperana. Mas haveria oportunidades suficientes para eu aprender aquela lio.

    Quando eu tinha dezesseis anos, a igreja interdenominacional, da qual eu agora participava regularmente, realizou uma conferncia missionria.

    Era algo novo para mim, e eu estava intrigado. Missionrios de todas as partes do mundo se reuniram ali para relatar a respeito das regies nas quais estavam trabalhando.

    Pela primeira vez ouvi a frase "A Grande Comisso". Havia um qu misterioso nela. Um dos missionrios, o Sr. Rayburn, "servira" na Nova Guin. Ele era um homem baixo, gordo, com uma expresso de surpresa permanente em seu rosto. Na noite que ele falou, usou uma camisa verde, brilhante, de bolinhas, calas pretas, e sapatos de tnis, sujos. Eu estava to surpreendido que algum to desleixado assim falasse na igreja, mas logo descobri que ele possua uma mensagem vigorosa.

    A igreja estava repleta. Eu lera a respeito de Nova Guin, e antecipava com prazer um relatrio em primeira mo. Rayburn exibiu alguns filmes que ele filmara. Numa das cenas havia um homem comendo um rato. Podia-se ver o rabo de um rato ainda na sua boca e ento l se fora ele. Aquele homem comendo o rato no cristo disse o Sr.

    Pobre coitado, pensei, lembrando-me de como eu fora infeliz antes de me tornar cristo. Havia outras cenas: algumas de extrema pobreza no meio das cidades modernas, outras dos "nativos com suas roupas esquisitas, suas casas e seus hbitos de alimentao. E ento o Sr. Rayburn fez o seu apelo. Essas pessoas esto famintas, esto morrendo por causa das doenas, vivendo na ignorncia, comendo ratos.

    Mas, acima de tudo, esto famintas pelo conhecimento de Jesus Cristo. Elas esto morrendo perdidas, sem conhecer como Jesus Cristo pode salv-las de seus pecados. Vocs podem ficar a sentados, confortavelmente, em seus lugares e aceitar tudo isso? Vocs se preocupam por esses homens e mulheres que esto vivendo na esqualidez e imundcie? Eles esto morrendo, amaldioados pela condenao eterna.

    E o que que vocs fazem? Talvez, colocaro alguns centavos na salva, no domingo de manh. Talvez at ponham uma nota de um dlar para poder auxiliar aquelas pessoas que esto famintas pelo Evangelho. Mas Jesus quer muito mais de vocs.

    Ele deseja alguma coisa mais do que apenas uma adorao de lbios para a grande causa das misses. De outra forma, o sangue deles ser exigido de vocs. Naquela noite eu tive vrios pesadelos. Sonhei que o homem que comera o rato estava puxando o rabo do rato, para fora da boca. Ele se transformara num chicote, e o homem o usava para me bater, enquanto gritava: "O meu sangue exigido de voc. Isso no est certo, pensei. Curso de engenharia mecanica a distancia. A família na trajetória escolar da criança com Síndrome de Down: desafios e possibilidades.

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