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postado por Daniele

DESPERTADOR SKOL CELULAR

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    O aplicativo vem com uma lista de itens e seus respectivos preços. Só que no original, eles trocam cartas anônimas duh! Legal ver outras visões sobre os filmes. Como todo mundo fez um top 3, vou fazer o meu também: 1. De Repente 30 — ser adulta, morar num apartamente lindo e ir em festa de limosine é tudo que queremos aos 13 anos. E poxa vida, a Jenna teve a chance de ver que o amigo dela iria virar o Mark Rufallo no futuro. Casamento do meu Melhor Amigo — nesse filme eu descobri que sou gelatina — ok, acontece.

    Chorei, chorei. Pra vocês verem, adoro filmes pra desidratar. Hehehe, sorvete na minha testa Jullyana. Afinal, padrinho serve pra isso tb. Olha como diz a Mariane, essa tem coragem. Ah, Phoebe, grava um disco garota!! Super Vicky!!!

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    Cacete, isso é véio!!! Se o cara tivesse dito que era hetero no final e terminado com a Julia teria sido melhor. Era um filme para ser estrelado por Betty Midler no lugar da Julia Roberts.

    Teria feito mais sentido. Durval discos é chaaaaatooooo, como diria Borat. Serve Juno? Sr e Sr. Deu certo. Concordo com Jurandir. Meg Ryan, é a comédia romântica em pessoa. Acho até a friona Sandra Bullock, mais romântica que o Julia Roberts. A dobradinha é boa demais. Uma Linda Mulher, o papel da vida da Julia Roberts. Cicciolina precisa estrelar um desses. Acho que o humor da família inglesa do par da Julia é o ponto alto do filme. Minha comédia romântica preferida de todos e todos e todos os tempos.

    Tem umas cenas de sexo, mas nada muito mais forte que novela das 9. Queiroz, cola ai a url do teu podcast! Alias, o blog é muito bom, a visita vale a pena. Esta é a primeira vez que escrevo para vocês. Ouvindo o Monacast 27, posso dizer uma coisa com certeza: finalmente alguém me entendeu!

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    Sobre um gato ser levado — p. Tempestade em Natal — p. Tempos de farofa — p. Tia Guelo — p. Uma crônica sobre o amor — p. Uma crônica-ode por falta de versos competentes — p. Uma menina chamada Patrícia — p.

    Zizu — p. Postei a foto no facebook. Para nada. Nem com o tal estômago de aço. Um anjo vive na terra e, com sua cabeleira branca, suavemente repousada na fronte delicada e cheia de histórias, ilumina os dias de quem se predispõe a percebê-la. O anjo é ela. Eu a vi apenas uma vez. A defesa transcorrera de forma tranquila.

    Era, enfim, um momento acadêmico como todos deveriam ser: recheado de intenções e de ações sinceras. Ofereceu-nos, ainda, a palavra energia, contando-nos que agora era seu bisneto de sete anos o aprendiz.

    Ela nos confessou como lidara com a sentença do bisneto. Princípio e fim, fim e princípio. A vida pode ser linda. Aquela cabeleira branca foi o sol que Ana consagrara como figura importante no texto analisado. Quem sabe ter também o privilégio de ter aquela cabeleira branca irradiante e serena, flor de lótus ampliando meu desejo de ficar. Em tempo: descobri o nome dela: Geci!

    A linda Dona Geci que voltou à terra dos anjos. Faltam 40 ainda! Explica aí como se faz esse fuxico Eu faço o fuxico, você termina Aprendeu em um minuto Tô morrendo de sono Mas, bora! Amor, nunca pensei que fosse lhe dizer isso: mas você é o melhor fuxiqueiro do mundo! E eu, a mulher mais sortuda! Te amo muito! Isso é a nossa cara! Depois, buscar a dois a três, quatro, cinco, Começa-se a montar um quebra-cabeças, no qual nada é convencional, nem "combinadinho", mas, por isso mesmo, como eu disse, tem a nossa cara!

    Nem pensar! Cristais e pratarias? Gostamos mesmo é de palha, argila, chita, coisas deste Nordeste colorido, alegre, vivo! Pra quê, se temos ideias para dar e vender?

    Vejo umas coisas na internet e mostro para ele. Vixe, que porreta isso! O que vai sair no final? Certamente algo muito lindo, porque o que sentimos um pelo outro é o princípio, o meio e o fim desse momento chamado "casamento". Porque queremos! Queremos todos os rituais que expressam esse sentimento maravilhoso que é o amor. Somos assim. E isso nos faz felizes. Poderíamos viver tudo isso calados? Mas somos dois tagarelas apaixonados pelas pessoas, e achamos que boas histórias motivam e trazem esperança.

    Assim, além de vivermos nossa felicidade, pedimos que todas as pessoas que desejem esse tipo de encontro possam realizar seu desejo. Na verdade, pouco preocupados estamos com o resultado do casamento em si, como um evento.

    É vento! Mas é nítida a consciência de como o que passou faz com que reconheçamos com maior clareza o valor do que encontramos. E celebrar isso é delicioso! Na literatura cabo-verdiana uma das grandes personagens é a seca. Basta ler alguns jornais que circulam pelas ilhas Mas isso é outro assunto.

    Recolho-me, agora, à lembrança dos sabores dos legítimos vinho e café da Ilha do Fogo. Os olhos verdes da menina das flores eram redondos como a alegria de um domingo de sol.

    E, todavia, estava preso o longo cabelo da menina das flores, num coque, também redondo e também macio, do qual se desprendiam cachos travessos de cabelo a brincar com suavíssimas guirlandas de florezinhas vermelhas e brancas.

    A vida, minha filha, também pode ser vivida por meio das palavras que reinventam sonhos, tornando-os realidade. Uma realidade diferente, é verdade. Você foi, no olhar dessa narradora que eu invento e concretizo, a mais bela de todas as meninas das flores! Sempre que estou longe de casa surge aquele compromisso explícito com as divagações sobre o sentido da vida, os pertencimentos, as diferenças, as relações humanas.

    A meu lado, sentada e um tanto inquieta, uma menina de uns doze anos, dona de olhos redondos e vivos, esticava o pescoço em busca de alcançar a vista da pequena janelinha da qual eu, aparentemente, era a dona. Via-se claramente que seu desejo era de paisagem, e eu quis muito ceder a ela meu lugar, mas, na terceira poltrona, o pai, sério e concentrado, me deixava tímida.

    Cedi, no entanto, o mais que pude, espaço para que a bela menina saciasse um pouco sua curiosidade de céu, nuvens e pouco mais. Fiquei a imaginar qual seria. Olhei-a de soslaio, e percebi detalhes como seus brinquinhos azuis, suas unhas com estrelinhas que brilhavam, seus chinelos, sua bolsa cheia de pequenas flores, a cor de jambo de seus braços. Eu recusei. Ela aceitou prontamente, mas, logo percebi, nada pareceu lhe agradar muito. Invertendo a dita ordem das coisas, ela começou pela sobremesa.

    Duros, sem graça Ela ficou no primeiro pedaço e logo tampou o pequeno recipiente. Partiu para algo entre uma panqueca e uma lasanha. Uma só garfada bastou. Desiludida, ela fechou as embalagens e deixou o olhar perder-se, sem comida, sem janela, sem nada. Ou seria a figura do pai que lhe deixava sob controle? Comi um pedacinho e guardei o que restava na bolsa. Ela desinteressou-se de minha guloseima.

    Decidiu dormir. E eu me concentrei novamente em minhas divagações. De repente, o peso leve em meu ombro. Primeiro, só um peso leve, depois, o peso absoluto de quem se entregou ao conforto de um travesseiro imprevisto: meu ombro. E ali ficaria ela até os minutos finais do voo, dormindo pesadamente, aninhada em meu ombro e, sem saber, oferecendo-me uma onda doce de ternura, que me fez bem. Tudo estava em plena paz e equilíbrio. Tive vontade de lhe fazer um cafuné, tal como faria em minhas meninas.

    Olhei novamente pela janela e me senti feliz pela responsabilidade recém assumida de deixar a menina desfrutar de seu sono em paz. Cerca de quarenta minutos depois, ela acordou aos pouquinhos, e nem se deu conta de haver dormido em meu ombro. Deu-me um sorriso. Eu retribui. E se, também houvesse ombros disponíveis aos encontros inesperados. E essa certeza me joga, novamente, na realidade.

    Por que somos assim? Sequer uma esticadinha no sono me é permitida. Minhas janelas andam, por isso, teimosamente fechadas. Do lado de fora, a obra avança, suspendendo-se mais a cada semana, sempre cinzenta, feiosa, desconjuntada. O concreto toma conta das formas e, de repente, expõe-se nu, de algum modo majestoso, totalmente definitivo, deixando entrever o esqueleto da obra.

    E como falar da presença incômoda daqueles homens, cujos olhares parecem virar-se automaticamente para qualquer janela que, descuidada, deixe-se abrir?

    Mas, mesmo assim, protegida pela opacidade azul dos vidros, sinto- me observada. Secas e empoeiradas, elas me pediam socorro. De repente, dei- me conta das testemunhas. Quatro ou cinco peões observavam-me silenciosamente. Que coisa! Hoje, a obra chegou àquele ponto que me preocupava: alcançou a altura de meu apartamento.

    Contudo, exatamente hoje, me vêm à lembrança algumas palavras de Gibran Khalil Gibran, o escritor libanês que derramou sabedoria pelo ocidente. Uma de suas considerações mais interessantes é a que reflete sobre a unicidade das coisas.

    Logo, se houve a felicidade, cabe-nos aceitar a outra face, a infelicidade, que a torna uma e completa. Penso nos edifícios nova-iorquinos, as torres gêmeas. Amei Nova Iorque. Passeei alegre por suas avenidas cheias de idiomas, vitrines, cultura. Muitos, até, nem falam inglês!! Contemplar o outro, isenta de preconceitos, fez-me realmente admirar a cidade. Na partida, ficou o desejo de regressar outras vezes Por que tem que me parecer um monstro.

    E o planejamento dos jardins? E os homens que nos observam? Ou buscam se distrair do cinza de seus dias? Abri a porta da varanda, saí tranquila, molhei as plantas, conversei com elas, contemplei o céu e, ao me deparar com os olhos dos peões, acenei um bom-dia e recebi sorrisos. Talvez esteja equivocada, talvez romantize a dureza da vida. Mas sei que, a partir de hoje, contemplarei a obra de forma diferente. Placidamente, assistirei a mais um nascimento na cidade.

    Fora o fato de me deixar, como sempre, toda derretida Vamos à tal matéria da crônica.

    O sentido das imagens é faca de dois gumes, a depender do modo como "construímos" o contexto a elas relacionado. Suponhamos que, para valorizar o impacto da imagem dele, eu faça um recorte da foto, a una a uma imagem impactante da deusa Atena e escreva: "Sentindo-me a própria Deusa Mas seria uma Semiótica da mentira Mas uma mentira. Vamos experimentar a Semiótica da verdade? Pois bem! Trago a latinha para uma imagem própria e escrevo: "A verdade!

    Nem Atena, nem Antena!! Contudo, é porque esse Moreno me entontece com suas canalhices e canastrices que, em minha vida aqui na Acropóle, atinjo pelo menos o status de Semi-deusa!! E meu pezinho, isento de circunstâncias, agradece enfaticamente os beijinhos que recebe!!

    Eu vi suas primeiras fotos e traquinagens e me senti espelhada e realmente feliz por, através dela, ser uma bichinha sertaneja.. Outro dia, pedi ao Aécio notícias da Tina. E vieram novas fotos da "moça" e um vídeo, sobre o qual Aécio me alertou ser um "flagra muito engraçado"! Eu logo fiquei curiosa Que flagra "me" teria dado o Aécio? Ri à beça!!! Eu sou uma cabra da peste!! Mais Tina do que Chris! Valeu, Aécio! Valeu, Tina Ramalho! O pênis das moedas e as vaginas dos bolsos copulam escancaradamente nas cenas da política nacional, estadual e municipal.

    Tudo explícito. Sujo, podre, asqueroso, revoltante. De nos foder. E pior!!! Muita coisa "em nome de Deus". Sem o menor temor à Sua ira. Sem o menor respeito ao Amor Divino pela humanidade. Porque ELA abre nossos olhos para tudo isso! Ela tem é pânico de que a nudez na Arte nos faça descobrir de vez os demônios vestidos de terno que hoje fodem o corpo nacional. Acordemos, gente do Bem! Fernando Pessoa, no poema épico "Mensagem", disse, no final, "É a hora!

    É a nossa hora! Muito bem dito. E pode ser pior! Compromisso social? É tudo exercício de egos que buscam neutralidade para poderem circular por todos os ambientes, colhendo um "reconhecimento" babaca dentro de uma sociedade que desmorona.

    Mesmo que seja um pensamento retrógrado, mas pelo menos sustentem suas opiniões sem usar só essa mídia suja! Pelo amor de Deus, para que você abraçou o magistério? Em resumo 3: de saco cheio de gente que tem uma vida privilegiada, mas que, esquecida das "sortes" que deu ou você acha que nascer numa família bem estruturada econômica e afetivamente é mérito seu de outras vidas?

    Humanize-se, criatura!!!! Doe-se um pouco ao próximo! Em resumo 4: de saco cheio de tanta pasmaceira! De tanto egoísmo! De tanta futilidade!

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    De tanto egocentrismo! De gente que faz tudo a partir de si mesma, muitas vezes tendo até a aparência de ser "politizada" ou de ter consciência crítica sobre o mundo. Católicos ajudando católicos, evangélicos ajudando evangélicos, judeus ajudando judeus, mulheres sendo críticas feministas, negros sendo ativistas nos movimentos étnicos, sem-terras lutando pelos sem-terra, homossexuais e transsexuais lutando por seus direitos.

    É ruim? Quero muitos homens na crítica feminista, muitos heterossexuais nos movimentos LGBT, brancos lutando pelas causas de negros e índios, ricos lutando pelos pobres, judeus cuidando dos evangélicos, católicos cuidando dos religiosos da umbanda e do candomblé, umbandistas preocupados com questões do povo judeu Quem dera eu fosse!

    Vejo muitíssimas aqui por este Nordeste. Ouço as falas de pessoas bem-informadas em quem confio. É impossível! Mas tento fazer algo. Vou além do que meu papel como professora exigiria de mim, dou a cara a tapa porque entendi que ser apolítico nesta hora é ir contra minha própria maneira de ser, porque o OUTRO me importa. Quero em e me dedicar a ações junto à gente "sem Terra". Daí eu ficar de saco cheio de tanto marasmo, de tanto preconceito e imbecilidade, principalmente por ver gente que eu conheço e de quem gosto dando ombros à realidade, como se tudo fosse vir milagrosamente do mundo sobrenatural.

    Eu tento. Isso é liberdade? Liberdade individual. Nunca vai influenciar no bem comum. Combinamos que eu andaria no meu ritmo acelerado até o ponto distante aonde sempre vou, enquanto ele caminharia no passo dele, parando quando sentisse cansaço.

    Ao retornar eu me encontraria com ele onde ele estivesse. A praia estava perfeita. As piscininhas, a brisa, o azul luzindo, etc. Nossa, pai, você andou bastante!

    Volte no seu ritmo, que eu vou no meu. E parei para "jacarezar" de vez em quando. Jacarezei, jacarezei, e nada de meu pai! Mas é uma reta Jacarezei, jacarezei, e nada dele! Resolvi fazer o caminho de volta. Tudo bem. Ele me viu. Acenou também.

    Fui até seu encontro.

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    Estava visivelmente cansado, mas, bem-humorado, falou: dou dez passos e paro um pouco. Um moço me perguntou se eu estava me sentindo bem Ô, pai, você é fogo! Por que andou tanto assim? Mas ainda falta um quilômetro até chegarmos ao carro Suspirou um pouquinho na hora de responder. Pai, vou chamar o carro do corpo de bombeiros!

    Acenou me pedindo que eu tirasse uma foto e colocasse na legenda: meu pai depois de dois anos de academia todos os dias! E veio. Dez passos, cinco minutos de parada. Ah, eu virei também! Mas acho que vou andar um pouco menos Esse é meu pai! O céu estava quase limpo. Assim, antes dos mergulhos, Alice e eu passeamos pela beira do mar sem pressa. No final, ritual de caranguejo, casquinha-de-siri, sorvetes e cocas zero cumprido, voltamos juntas cantando o "Pelados em Santos" e o "Rindo à toa".

    Mar, amar, brincar, cantar. A rima pobre de sempre fazendo rica a vida da gente. Ei, menina-arraia, valeu!! Ela, minha tia Anita, é uma menina. Seu rosto, seus olhos e sua voz revelam a sabedoria de ser menina.

    Sem deixar de ser uma mulher, bonita e valente, ela enche a vida de quem a cerca de diminutivos que possuem o dom de ser colo. Ela, com seus diminutivos, faz com que nos sintamos amados. Que conserva a alegria de brincar de casinha e, por isso, é capaz de enfrentar qualquer reforma sem perder o rumo do sonho de estar sempre cercada de beleza. A beleza que ela quer, nas cores, azulejos, pisos e plantas que ela quer. Anita, minha tia, sorri como os anjos e acaricia como as fadas.

    Minha tia menina foi mais forte do que as aparentes determinações do destino e voltou à escola quando poucos imaginariam que fosse capaz disso. Acho que ela nem sabe, mas eu senti um orgulho danado ao vê-la lutando para superar as limitações e ter seu diploma. Que tia essa! E agora, bisavó, ela parece ainda mais menina.

    Basta ver o brilho nos olhos que surge ao falar do pequenino Agora minha tia menina completa 80 anos. E sabe o que ela faz? Joga o zero fora e reinventa a idade. Certamente ela gostaria que eu lhe desse oitenta beijos, porque ela gosta de beijos, de abraços, de carinho.

    E, se eu estivesse presente, lhe daria todos. Parabéns, minha tia menina, nossa Anita, nossa querida. Cheirosa sempre, no pó do talco derramado no pescoço acolhedor e no colo farto. Adeus, queridíssima e inesquecível vó, cujos afagos nos ninaram sem nada pedir, nem mesmo este adeus, que, até breve quer ser, porque a esperança do reencontro insinua um sorriso de luz ainda a nos iluminar.

    Obrigada, vó Durvalina. Leia-me, por favor, daí, onde, certamente, seus olhos receberam o presente das cores e das formas. Amauri, Bernardete e crianças, é hora de acordar! Tio cheio de histórias, memórias, refrões Obrigada, tio. Tio dos olhos bonitos, do sorriso charmoso, da pele caramelo desafiando a herança polonesa. Obrigada, tio, por nos ensinar que a vida pode ser mais longa que a medida aparente das doenças quando o desejo de viver tira delas a força da energia cinzenta.

    Monacast 27 – Comédias Românticas | Monalisa de Pijamas - Podcast, Entretenimento, Humor

    Zele por nós, tio, que adiante nos encontraremos e suspenderemos o adeus. Agora, ainda mais.

    Nasceram num dia De abril. Na mesma maternidade. Em Itabaiana, aqui no Sergipe. Ela veio primeiro, tal como no mito. Ele, poucas horas depois. E a maternidade de Itabaiana viveu um duplo eclipse. Da lua pelo sol. Do sol pela lua. Fiote Apolo.

    Sol puro. O mundo a seus pés. E, principalmente, à responsabilidade de comover e convidar as pessoas ao que, no verbo, é literatura. É arte. Fiote Éverton Apolo. Lua em todas as fases. Inteligência aguda permeada de beleza por todos os lados.

    Ela, que ainda nem sabe bem o tamanho desse longe. É imenso como o imenso de seus olhos. Gêmeos que nasceram num dia 10 de abril. E que, no meio do caminho, viram que tinha uma Christina. Mas minha casa sou eu. Nada de arquiteto ou decorador criando meu ninho!

    Gosto é de casa em que se sente vida humana, corriqueira, em que uma ou outra "peça de bom gosto" o que é isso? Por isso, pinto, furo paredes, limpo, organizo, mexo e remexo nos detalhes.

    Engraçado dizer que, na época, eu me despedia do Rio e me sentia emocionada com a distância. Elas se despediram de mim e se reuniram para estar comigo quando eu fui ao Rio, meses depois.

    Em , partia eu novamente, agora para a Espanha. E elas, o que fizeram? Despediram-se de mim, comemoraram comigo meu "casamento por acontecer" e demonstraram, mais uma vez, que eram amigas "para sempre".

    Beijos a cada uma! Agora a crônica Elas entraram em minha vida de diversos modos e em diversos momentos, uma de cada vez ou em dupla, às vezes em trio ou quarteto. Negras, loiras, morenas, mulatas, magrinhas, cheinhas, bem cheinhas; simples, em suas roupas despojadas, vaidosas, em suas roupas quase de festa, sensuais, em seus decotes; senhoris, em seus óculos para as vistas cansadas; juvenis, em suas risadas de meninas - ainda que fossem meninas, adolescentes, balzaquianas, quarentonas e por aí vai.

    Eram, de fato, graciosas como ninguém, minhas meninas. Habilidosas, é preciso dizer. Outras, rainhas dos salgados, sempre inundando nossos espaços com petiscos criativos, de receita antes secreta pronta a ser generosamente oferecida.

    Algumas, costureiras fabulosas, volta e meia apresentando criações coloridas e competentes, carregadas de estilo e personalidade. Quantas vezes as vi trêmulas, ensaiando os primeiros passos para, em seguida, passarem a me ensinar sua dança. Habilidosas, sim, e muito, minhas meninas.

    Cada qual no seu ritmo. E, é claro, rimos muito dos homens. Também chorei com as meninas. E as vi chorar e elas assim também me viram. Mais do que isso. Eram choros secretos, que transbordavam na alma e reverberavam sombra em vez de luz. Cresci com as meninas. Minha saudade é límpida como um cristal furtacor, que guarda, nas pinturas mais lindas, as faces das meninas. Hoje me preparo para estar mais distante, no que existe de léguas na palavra distância.

    No entanto, também hoje me alegro com o reencontro que reafirma o que na palavra distância extrapola as léguas para ser amizade verdadeira. Para sempre. Amo vocês minhas meninas. Em tempo: uma homenagem especial à menina Ignísia, que nos deixou cheia de saudades, mas que continua viva na lembrança de seu jeito inesquecivelmente engraçado, ingênuo e picante ao mesmo tempo , curioso e generoso, carinhoso e cheio de histórias.

    Onde quer que esteja, receba os beijos de suas meninas, D. A verdade? Diz-se o que se quer e, principalmente, COMO se quer, para que o efeito produzido seja o que se desejava. Basta olhar, ver e refletir. Quem acaricia mais o poder? Quem ignora as minorias? Quem se importa com a ética? Chegamos ao tempo da todas as desconfianças. Logo, ler, reler, desler, aler, todo o tempo em alerta, para correr menos o perigo de ser personagem da velha história de "vida de gado", "povo marcado, ê, povo feliz" Zé Ramalho.

    Queria escrever algo diferente, criativo. Foi assim, exatamente desse modo, que seu discurso tomou forma. O nervosismo das semanas anteriores deu lugar a um torpor tranquilizante. Sequer tentou travar uma luta contra sua sina E mergulhava nos livros, passeava nas poesias e se descobria repleta de desejos de descobrir o mundo, tentar entender as razões das diferenças, o porquê da realidade e do sonho Alfa deixou o poeta falar.

    Colocou o CD do Caetano dentro do estojo e leu novamente o discurso. Seria realmente capaz de falar tudo aquilo? O auditório reunia faces conhecidas e desconhecidas.

    A noite quente, os formandos sorridentes, os parentes, os amigos, uns interessados, outros ausentes Todos observaram quando a bela moça, de cabelos vermelhos e longos, aproximou-se do microfone, preparando-se para o discurso. Alfa olhou para seus pais e neles viu todos os pais. Agradeceu a presença dos convidados, sorriu para a mesa, abraçou todos os colegas com os olhos e Olhos curiosos e bocas mudas aguardavam Dessa forma, inusitada e corajosa, Alfa iniciou seu discurso E Alfa falou do poder das palavras, que tinham transformado a sociedade num conjunto de injustiças.

    Como fosse gelo, Alfa começou a derreter E pensar poderia ser o começo de tudo Mas, descubro, feliz, que ainda existe em mim muito daquela formanda que buscava a riqueza das palavras. E mais. Como escrevi muito sobre Cabo Verde, dedico a Aurora, uma cabo-verdiana muito bacana, esta crônica final.