scottcalhoun.info
Hospedagem de arquivos em portugues do futuro
 

BAIXAR APOSTILA CRISTOLOGIA

scottcalhoun.info  /   BAIXAR APOSTILA CRISTOLOGIA
postado por Daniele

APOSTILA CRISTOLOGIA

| Escritório

    Contents
  1. APOSTILA CRISTOLOGIA
  2. CRISTOLOGIA: DOUTRINA DE CRISTO
  3. Cristologia e Soteriologia
  4. Apostilas em PDF | Pastor Gustavo Fernando

Apostila de Cristologia - Pr. Edilson - Nova Mutum/MT. APOSTILA DE CRISTOLOGIA Pr. Cornélio Póvoa de Oliveira TEOLOGIA SISTEMÁTICA - CRISTOLOGIA Sumário: Relação Entre Antropologia. Cristologia - Apostila Completa. 1. 1 Cristologia Introdução ao Mistério de Cristo Sumário I - Jesus é um Mistério.

Nome: apostila cristologia
Formato:ZIP-Arquivar
Sistemas operacionais: Android. Windows XP/7/10. iOS. MacOS.
Licença:Grátis (* Para uso pessoal)
Tamanho do arquivo:21.24 MB


APOSTILA CRISTOLOGIA BAIXAR

Técnicas de sobrevivência. Login Registro. Tinha o especial privilgio de aproximar-se de Deus, e de falar e agir em favor do povo. Estes verbos descrevem as qualidades de uma personalidade. Teologia sistemtica. Em nosso caso, Deus filtra as tentações antes que elas cheguem até nós 1 Co Apareceu s mulheres, Mt. Anterior no carrossel Próximo no carrossel. Flashcards Ultima atividade. Mas este foi um retorno espiritual, ao passo que a Bíblia nos ensina a ter em vista um retorno físico e visível de Cristo, At 1. Cristologia Escrituras h vrias passagens indicando a necessidade do Filho de Deus ser o sacrifcio para a remisso de pecados, sem o qual nada poderia acontecer. Em Colossenses , Paulo afirma que Jesus é a imagem do Deus invisível, no qual todas as coisa subsistem, e que nEle reside toda a plenitude veja também Cl A base da exaltao de Cristo dupla: a posse de atributos divinos pelos quais ele tinha direito honra divina e para o qual foi 48 Ademais, enquanto Cristo no ressurgisse dos mortos, no teria chegado ainda a ocasio para a marcha triunfal, como os luteranos supem. Esta realeza difere da realeza mediatria de Cristo, que uma realeza outorgada e econmica, exercida por Cristo, no meramente em Sua natureza divina, mas como Theanthropos o Deus-homem. A Obra Sacrificial de Cristo ou Doutrina da Expiao Berkhof declara que na Obra Sacrificial de Cristo, sua tarefa mxima foi a de oferecer um sacrifcio todo-suficiente pelo pecado do mundo.

APOSTILA DE CRISTOLOGIA Pr. Cornélio Póvoa de Oliveira TEOLOGIA SISTEMÁTICA - CRISTOLOGIA Sumário: Relação Entre Antropologia. Cristologia - Apostila Completa. 1. 1 Cristologia Introdução ao Mistério de Cristo Sumário I - Jesus é um Mistério. Baixe grátis o arquivo APOSTILA DE CRISTOLOGIA Pr Edilson scottcalhoun.info enviado por PrMarcel no curso de Teologia. Sobre: Apostila de Cristologia - Pr. Edilson. Apostila Cristologia: Base da Teologia. Introdução. Parte I. Cristologia é a doutrina da Igreja acerca da pessoa de Jesus como o Cristo. O autor do livro aqui. Cristologia. INTRODUO Entendemos a necessidade de se aprofundar em um conhecimento sistemtico da pessoa de Cristo. Para isso, este pequeno compndio.

Foi uma tentativa e uma realizao em sua existncia, da superao de todos os conflitos. Em nome do Reino de Deus, Jesus viveu seu ser para os demais at o final, mesmo quando no desespero da morte ausncia de Deus , o fez sensvel cruz, quase ao lime do desespero.

Mas ele confiou e acreditou at o final que, mesmo assim, Deus aceitaria o sacrifcio. Para entendermos o propsito da expiao, como diz Grudem, devemos primeiramente observar dois pontos em que as Escrituras demonstram sobre a expiao: O amor e a Justia. O amor est bem corroborado pela passagem em Jo.

APOSTILA CRISTOLOGIA

No entanto, a justia de Deus tambm exigia que Ele encontrasse um forma correta que pagasse a pena pelos nossos pecados. Dessa forma, Paulo explica o porque dele ter enviado Cristo como propiciao Rm. Sua Necessidade importante termos o entendimento de que Deus no tinha necessidade alguma de salvar ningum. Assim como ele condenou os anjos que se rebelaram precipitando-os no inferno, os entregando a abismos de trevas, reservando-os para o juzo 2Pe.

Porm, uma vez que Deus, em seu amor, resolveu salvar aqueles que assim quisessem ser salvo, a obra expiatria se fez necessria, pois nas. Cristologia Escrituras h vrias passagens indicando a necessidade do Filho de Deus ser o sacrifcio para a remisso de pecados, sem o qual nada poderia acontecer.

As Escrituras tambm mostram que Cristo obedeceu e sofreu em nosso lugar para satisfazer uma demanda imanente da santidade divina e assim remover um obstculo na mente divina para o perdo e restaurao da culpa. Desta forma, podemos dizer que a necessidade da expiao consequncia de dois fatos: a santidade de Deus e a pecabilidade do homem.

CRISTOLOGIA: DOUTRINA DE CRISTO

Essas leis unem o homem ao seu Criador pelos laos de relao pessoal e constituem a base da responsabilidade humana. O atributo fundamental de Deus a santidade e santidade no o amor comunicante de si mesmo, mas a retido auto-afirmativa. A santidade limita e condiciona o amor, pois o amor pode querer a felicidade s na medida em que esta resulta da retido ou consiste nela, isto , na conformidade com Deus. Essa relao foi perturbada pelo pecado que um distrbio da relao pessoal entre Deus e o homem.

E desrespeitar a constituio, por assim dizer, ao que afeta a Deus e aos homens, tal qual a infidelidade que viola o pacto matrimonial sob o qual vivem o homem e sua mulher.

APOSTILA CRISTOLOGIA BAIXAR

A funo da expiao fazer reparao pela lei violada e reatar a comunho interrompida entre Deus e o homem. Carlos Augusto Fernandes Machado As Escrituras revelam a morte de Cristo como um sacrifcio expiatrio pelos pecados de todo o mundo. Dos grandes objetivos que deviam ser alcanados mediante a obra expiatria de Cristo, so: remover a maldio sob a qual a humanidade gemia devido o pecado, e restaur-los imagem bem como a sua comunho com Deus. Convem ressaltar que a obra expiatria de Cristo baseia-se nica e exclusivamente obedincia s exigncias de Deus quanto a remisso dos pecados humanos.

Conforme Grudem, o prprio Jesus sofreu em nosso lugar recebendo em si mesmo a pena que Deus Pai teria aplicado a ns. A Expiao objetiva. Que dizer que a expiao influi primordialmente na pessoa por quem feita. Se um homem age mal e presta satisfao do mal que praticou, esta satisfao visa a influir na pessoa que praticou o mal, e no na parte ofendida.

No caso em foco, significa que a expiao foi destinada a propiciar a Deus e reconcili-lo com o pecador. Desde que a expiao objetiva de Cristo um fato consumado, e desde que agora dever dos embaixadores de Cristo induzir os pecadores a aceitar a expiao e a pr fim sua hostilidade a Deus, no admira que ao aspecto secundrio e subjetivo da reconciliao tenha, como tem, certa proeminncia na Escritura.

Surge aqui a questo sobre se este entendimento da expiao tem o apoio da escritura. V-se amplo apoio nela. Enquanto os profetas representavam Deus entre os homens, os sacerdotes, em sua obra sacrificial e intercessria, representavam os homens na presena de Deus e, portanto, dirigiam-se a Deus, Hb.

Para esta afirmao, Louis Berkhof declara trs elementos: O sacerdote tomado dentre os homens, membro da raa humana, de maneira que pode representar os homens; constitudo a favor dos homens, isto , para agir no interesse dos homens; constitudo para representar os homens nas coisas concernentes a Deus, isto , nas coisas que se dirigem rumo a Deus, que olham para Deus, que acabam em Deus. O sangue do sacrifico interposto entre Deus e o pecador e, em vista da ira de Deus, Na Septuaginta e no Novo Testamento os termos hilaskom e hilasmos so empregados num sentido conexo.

O verbo significa tornar propicio, e o substantivo, apaziguamento ou meio de apaziguar. So termos de carter objetivo. Berkhof acrescenta ainda que H tantas passagens que falam da ira de Deus e de Deus estando irado com os pecadores, que estamos plenamente justificados por falar de uma propiciao de Deus, Rm 1. Em Rm 5. Sentido da expresso expiao vicria.

H diferena entre expiao pessoal e vicria. Nosso interesse se volta particularmente para a diferena entre ambas quanto expiao de Cristo. Quando o homem caiu e se afastou de Deus, ficou devendo uma. Carlos Augusto Fernandes Machado reparao a Deus.

Mas ele s poderia expiar o seu pecado sofrendo eternamente a penalidade fixada para a transgresso. De fato, porm, Deus designou um substituto na pessoa de Jesus Cristo para tomar o lugar do homem, e este substituto expiou o pecado e obteve eterna redeno para o homem.

APOSTILA CRISTOLOGIA BAIXAR

Diante do exposto, o Dr. Shedd cita trs diferenas entre a expiao vicria e a expiao pessoa: A expiao pessoal providenciada pela parte ofensora; a expiao vicria, pela parte ofendida; A expiao pessoal excluiria o elemento de misericrdia; a expiao vicria representa a mais elevada forma de misericrdia; e A expiao pessoal estaria em ao para sempre e, da, no poderia redundar em redeno; a expiao vicria leva reconciliao e a vida eterna Provas bblicas da expiao vicria de Cristo.

A Bblia certamente ensina que os sofrimentos e a morte de Cristo foram vicrios, e vicrios no sentido estrito da palavra, que Ele tomou o lugar dos pecadores, e que a culpa deles Lhe foi imputada e a punio que mereciam foi transferida para Ele.

CRISTOLOGIA BAIXAR APOSTILA

Os sofrimentos de Cristo no foram to somente os sofrimentos que um amigo padece por simpatia, mas, sim, foram os sofrimentos substitutivos do Cordeiro de Deus pelos pecados do mundo. Desta forma, entendemos e declaramos que, com base nas Escrituras, os nossos pecados so imputados a Cristo. Isto no que dizer que os nossos pecados foram transferidos para Ele, mas que a culpa do nosso pecado Lhe foi imputada.

Dessa forma o Dr. Hodge diz que: Pode-se considerar o pecado em sua natureza formal, como transgresso da lei, 1 Jo 3. Cristologia Como qualidade moral inerente ao agente macula, Mcula , Rm 6. Somente neste ltimo sentido sempre se diz que o pecado de um lanado sobre ou por este levado sobre si.

O sofrimento dos mrtires, patriotas e filantropos, ainda que suportados pelo bem da Igreja, da ptria e da humanidade, no so vicrios. O sacrifcio vicrio um sacrifcio suportado por uma pessoa em lugar de outra, isto , em seu lugar.

A obedincia de Cristo por ns s vezes chamada obedincia ativa Cristo entrou na relao federal em que se achava Ado em seu estado de integridade, e o fez para merecer a vida eterna para o pecador.

Grudem diz que Se Cristo tivesse conseguido s perdo dos pecados por ns, no mereceramos o cu. Nossa culpa teria sido removida, mas estaramos simplesmente na posio de Ado e Eva antes de terem qualquer coisa boa ou m e antes de terem passado um tempo de provao com sucesso.

Berkhof declara que, se Cristo no tivesse prestado obedincia ativa, a prpria natureza humana de Cristo teria ficado aqum das justas exigncias de Deus, e Cristo no teria competncia para fazer expiao a favor de outros Vol II.

Teologia sistemtica. Carlos Augusto Fernandes Machado d. Os sofrimentos de Cristo por ns s vezes chamados obedincia passiva Quando dizemos que o sofrimento de Cristo foi penal, estamos declarando que este sofrimento foi gerado conforme as penalidades da lei, porm, no classificamos a natureza desse sofrimento. Hodge afirma que Basta dizer, primeiramente, que seus sofrimentos no eram meras calamidades, ou uma disciplina designada para seu prprio benefcio; e no meramente dogmticas ou simblico ou cpias ou o acompanhamento necessrio do conflito entre o bem e o mal, e, por outro lado afirmar que foram designados para a satisfao da justia.

Ele morreu para que Deus pudesse ser justo ao justificar os mpios. O sofrimento que Cristo suportou ao pagar pelos nossos pecados foi um sofrimento tanto em seu corpo como em sua alma ao longo da vida.

Por mais que sua pena teve um fim na cruz, toda a sua vida no mundo cado foi de sofrimento. Como exemplo temos os quarenta dias de sofrimento ao ser atacado por Satans, Mt. O autor aos hebreus declara que para atingir a maturidade, Cristo sofreu, Hb. Sofreu oposio dos lderes judeus na execuo do seu ministrio, Hb. A Bblia no relata, mas devemos imaginar que experimentou sofrimento e tristeza com a morte de seu pai terreno, do seu amigo Lzaro, considerado como amigo ntimo, Jo.

Todos esses exemplos e muitos outros confirma a profecia de Isaas quando disse que ele seria um homem de dores e que sabe o que padecer Is. Em vista do fato de que Jesus comeou a falar dos Seus sofrimentos vindouros quando j se aproximava o fim da Sua vida, muitas vezes somos inclinados a julgar que as Suas agonias finais constituem os Seus sofrimentos completos. Cristologia A dor da Cruz Em Mt. O clmax do seu sofrimento foi atingido exatamente na cruz, pois ali Ele suportou todo o castigo pelos nossos pecados, morrendo em nosso lugar.

Dor fsica e morte Vale apenas transcrever, o que chamamos de dor da cruz, descrita por um mdico, o qual escreveu no Journal of the american Medical association em , explicando assim, a dor que teria sido experimentada na morte por crucificao: A expirao adequada exigia que o corpo fosse suspenso, pressionando-o sobre os ps e flexionando os cotovelos. Alm disso, a flexo dos cotovelos causaria a rotao dos pulsos ao redor dos pregos de ferro e causaria dor lancinante ao longo dos nervos medianos afetados.

Como resultado, cada esforo respiratrio se tornava agonizante e extenuante e levava por fim asfixia. A palavra culpa expressa a relao que o pecado tem com a justia, ou, como diziam os antigos telogos, com a pena da lei. Podemos diferenciar a culpa de duas maneiras: Primeiro, a culpa inseparvel do pecado. No pode pertencer a nada a no ser ao prprio pecador.

A culpa acompanha permanentemente a todos que tem pecado. No pago pela justificao, e muito menos pelo perdo. Voc pecou, voc cumpre a pena pelo pecado. Pois Carlos Augusto Fernandes Machado ela no transfervel. Segundo, culpa significa a obrigao de dar satisfao justia.

Esta pode ser paga mediante a satisfao da justia, pessoal e vicria. Conforme Grudem, alguns declaram no ser justo o que Deus fez, transferir do homem para Cristo, uma pessoa inocente, a culpa pelo nosso pecado.

Porm, o prprio Cristo, voluntariamente tomou sobre si a culpa pelos nossos pecados. Berkhof diz que No foi uma simples dor fsica, como tal, que constitui a essncia do Seu sofrimento, mas essa dor acompanhada de Angstia de alma e da conscincia mediatria do pecado da humanidade que pesava sobre Ele.

Abandono A dor fsica da crucificao e a dor de carregar o mal absoluto dos nossos pecados foram aumentadas pela dor do abandono. Antes de Cristo ser entregue aos seus algozes, Ele confidenciou aos seus amigos mais chegados, Pedro, Tiago e Joo, a dor que estava sentindo, e como apelo e desabafo de um amigo, pediu ajuda aos mesmos, A minha alma est profundamente triste at morte; ficai aqui e vigiai Mc.

Porm, quando Ele foi preso, os discpulos todos, deixando-o, fugiram. Embora tenha sido abandonado pelos amigos, a sua dor piorou por ter sido privado da intimidade com o Pai, o qual tinha sido a mais profunda alegria do seu corao durante vida terrena. A dor de suportar a ira Duas coisas fizeram dos sofrimentos de Cristo uma satisfao pela culpa humana: 1 sua igualdade e equivalncia punio do merecimento do pecador; 2 a unio entre Cristo e o merecimento e a propriedade do seu ser aceito, no sofrimento, como representante do pecador.

Cristo suportou a ira de Deus: 1 vista do pecado e do castigo; e 2 suportando os efeitos da ira ordenada por Deus. Cristologia e. Em que sentido morreu Jesus por nossos pecados? Esta resposta aplicada a quatro sentidos, a saber: 1. Expiao e Propiciao Expiao e Propiciao so termos correlatos, o pecador ou a sua culpa so perdoados, isto , expiado, Deus o justifica. Pela natureza de Deus, a culpa deve ser visitada com castigo; este castigo a expresso da ira desagrado de Deus para com o pecado.

A culpa perdoada. A cdula que era contra ns coberta pela satisfao da expiao e por isso Deus nos declara propcios de recebermos a sua presena e consequentemente as bnos advindas do sacrifcio vicrio. Deus nos amou ainda pecadores, e atravs da sua satisfao ou expiao, esse amor ativa a mente divina a nosso favor.

Atravs da expiao, Deus exerce o seu amor na justia para com os transgressores da Sua Lei. Isto expressado atravs do verbo grego hilaskomai, propitium facio. Redeno A palavra redimir, tanto no Antigo como no Novo Testamento significa tornar a baixar por um preo.

Cristologia e Soteriologia

Aplicando obra de Cristo, isto , expiao vicria, traz o significado de libertao atravs de um pagamento, uma compra. Esta libertao no conquistada, ou comprada pela autoridade, nem por poder, ou por ensino ou influncia moral, mas por sangue, preo de um resgate. Reconciliao Para vencer a nossa separao de Deus, precisvamos de algum que proporcionasse reconciliao e dessa forma nos trouxesse de volta comunho com Deus, 2Co.

APOSTILA CRISTOLOGIA BAIXAR

Dessa forma podemos dizer que a morte de Cristo nos d segurana do amor de Deus pelo pecador, Jo. Carlos Augusto Fernandes Machado Alm disso, h uma ao reflexa ou requerimento moral que se projeta, atravs desta verdade tocante ao amor divino, sobre a vida dos redimidos, 2Co.

Teorias Divergentes da Expiao Dado que, evidentemente, a expiao uma coisa objetiva, uma coisa que segue direo rumo a Deus, estritamente falando, somente podem entrar em considerao aqui as teorias que descrevem a obra de Cristo como destinada primordialmente a livrar a ira de Deus dos pecadores e libert-los da punio divina, mais que mudar a atitude do pecador para com Deus, de uma atitude de hostilidade para uma atitude de amizade.

Berkhof diz que a expiao, como base objetiva do perdo de pecados, deve responder a uma necessidade que naturalmente determinar a sua natureza. Esta necessidade deve estar, ou na exigncia de uma justia absoluta que tem que punir o pecado, ou no oficio reitoral da justia como uma obrigao de conservar os interesses do governo moral. No primeiro caso, chega-se teoria da satisfao; no segundo, teoria governamental25 Embora essas teorias contrastam com a teoria da expiao, requerem nossa ateno, pois vrios pontos de vista tm sido defendidos na histria da igreja.

Sustentada por Orgenes c. Esta teoria se baseia na singular noo de que a morte de Cristo constituiu um resgate pago a Satans, a fim de cancelar as justas prerrogativas deste sobre o homem.

O objetivo da expiao libertar a humanidade da escravido imposta pelo prncipe deste mundo. Isto s poderia ser feito mediante a derrota. Cristologia de Satans e a destruio do poder de escravido que ele tinha sobre a humanidade.

Esta teoria geral apresentada em trs formas diferentes. Os primeiros recursos para o antigo princpio do direito de guerra, de acordo com que o conquistado veio a ser escravo do conquistador. Satans conquistou Ado, e, assim, tornou-se o legtimo proprietrio, e sua posteridade. Por isso, ele chamado de deus e prncipe deste mundo. Para libertar os homens desta escravido, Cristo ofereceu a si mesmo como resgate a Satans; a segunda que Satans aceitou o sacrifcio e assim deu o seu direito de reter a humanidade como sua escrava; e a terceira A terceira forma da teoria que, como o direito e o poder de Satans baseia-se no pecado, excedeu sua autoridade quando causou a morte de Cristo, que era sem pecado e, dessa forma, perdeu inteiramente a sua autoridade sobre os homens Conforme Grudem, essa teoria no encontrou muitos defensores na histria da igreja, pois no encontrada nenhuma confirmao direta as Escrituras.

A base bblica para essa viso da obra de Cristo muito fraca verdade que os homens so cativos de Satans, e esto sob o seu controle. Mas isto no quer dizer que o resgate foi pago a Satans ou que ele tenha qualquer reivindicao legtima sobre a humanidade.

O que as Escrituras ensinam acerca desse respeito : 1. Que o homem por ter pecado, foi lanado sob a pena da lei divina; 2. Que Satans tem o ofcio de causar sofrimento a tal ponto que o sofrimento seja degradante aos filhos dos homens; 3. Que Cristo, havendo dado satisfao pena da lei atravs da Sua morte, nos libertou do poder de Satans.

Carlos Augusto Fernandes Machado Esta doutrina foi fortemente resistida na igreja primitiva, e h muito tempo repousa no esquecimento. Para esta teoria, trago as palavras de Berkhof que diz Irineu, que tambm expressou a ideia de que a morte de Cristo satisfez a justia de Deus e, assim libertou o homem, deu, sem embargo, grande proeminncia teoria da recapitulao, isto , ideia, como a expressa Orr, de que Cristo recapitula em Si prprio todos os estgios da vida humana, inclusos os que pertencem ao nosso estado como pecadores.

Por Sua encarnao e por Sua vida humana, ele inverte o curso no qual Ado, por seu pecado, lanou a humanidade e, deste modo, vem a ser um novo fermento na vida da humanidade. Ele comunica imortalidade aos que se unem a Ele pela f, e efetua uma transformao tica em suas vidas, e com a Sua obedincia compensa a desobedincia de Ado.

Teoria da Influncia Moral Uma terceira teoria sobre a obra de Cristo, que rejeita a ideia de expiao, ou a satisfao da justia pela punio vicria, e atribui toda a eficcia do seu trabalho para o efeito moral produzido nos coraes humanos por seus ensinos e aes, chamada de Teoria da Influncia Moral.

Esta teoria foi defendida pela primeira vez pelo telogo francs Pedro Abelardo A ideia fundamental que no h nenhum princpio da natureza divina que necessariamente requeira satisfao da parte do pecador; e que a morte de Cristo no deve ser considerada como uma expiao pelo pecado. Foi meramente uma manifestao do amor de Deus, sofrendo Ele em todas as Suas criaturas pecadoras e com elas, e levando sobre Si as suas dores e os seus pesares.

Este sofrimento no serviu para satisfazer a justia divina, mas, sim, para revelar o amor divino, com vistas a abrandar os coraes humanos e lev-los ao arrependimento. Ela garante aos pecadores que no h obstculo algum da parte de Deus que O impea de perdoar os seus pecados.

Cristologia Esta teoria contrria aos claros ensinamentos da Escritura, a qual descreve a obra expiatria de Cristo como necessria, no. Grudem corrobora com Berkhof quando diz que a grande dificuldade desse ponto de vista que ele vai contra muitas passagens das Escrituras que falam em Cristo morrendo pelo pecado, carregando nosso pecado ou morrendo como propiciao Segundo Hodge, as Escrituras ensinam que a expiao da culpa absolutamente necessria antes que as almas dos pecadores pudessem ser sujeitos graa renovadora e santificadora Desta forma, fazemos deste ensaio, as palavras de Grudem: Se Cristo no morreu para pagar nossos pecados, no temos nenhum direito de confira nele no que se refere ao perdo dos pecados.

Esta teoria falha em seu prprio princpio. Mas o efeito de um sofrimento voluntrio, inteiramente desnecessrio e no exigido, completamente diferente. De fato, isso reprovado pela conscincia crist.

Teoria do Exemplo Esta teoria foi defendida pelos socinianos no sculo dezesseis, em oposio doutrina dos Reformadores de que Cristo expiou vicariamente o pecado da humanidade. Seu princpio fundamental que no existe justia retributiva em Deus que exija absoluta e inexoravelmente que o pecado seja punido. Sua justia no O impede de perdoar quem Ele quiser, sem exigir nenhuma satisfao.

A morte de Cristo no expiou o pecado, nem levou Deus a perdoar o pecado. Segundo Grudem, a teoria do exemplo, semelhana da teoria da influncia moral, tambm nega que a justia de Deus exija castigo pelo pecado; diz que a morte de Cristo simplesmente nos prov de exemplo de como devemos confiar em Deus e obedecer-lhe de modo perfeito, mesmo que essa obedincia e confiana nos levem a uma morte horrvel.

Teologia Sitemtica. Carlos Augusto Fernandes Machado Este conceito na verdade no estabelece nenhuma conexo direta entre a morte de Cristo e a salvao dos pecadores. Todavia, ele afirma que se pode dizer que a morte de Cristo expia os pecados do homem em vista do fato de que Cristo recebeu, como recompensa por Sua obedincia at a morte, o poder de conceber vida eterna aos crentes. Esta teoria foi rechaada porque no consegui se fundamentar nas Escrituras. Pois ela no explica de que modo satisfatrio as muitas passagens bblicas que focalizam a morte de Cristo como pagamento pelo pecado, o fato de que Cristo levou sobre si os nossos pecados, sendo a propiciao pelos nossos pecados.

Alm disso, conquanto seja perfeitamente certo que Cristo apresentado tambm como um exemplo na Escritura, em parte alguma apresentado como um exemplo que os incrdulos devem imitar, e que os salvar se o fizerem; e, contudo, este o pressuposto necessrio da teoria em foco. Berkhof declara que O exemplo de Cristo tal que somente o Seu povo pode segui-lo, e mesmo o Seu povo s pode assemelhar-se tenuemente a Ele.

Ele o nosso Redentor, antes de poder ser o nosso exemplo. Ele escreveu em oposio ao Socinianos e, portanto, seu livro intitulado: "Defensio fidei catholicre de satisfactione Christi" Em defesa da f catlica e da satisfao de Cristo. O plano com o qual o livro foi escrito, e as frmulas de expresso recebidas universalmente prevalecente naquele tempo, e cuja utilizao adere Grotius, dar o seu livro um aspecto da Ortodoxia. Fala da satisfao justia, expiao, de carter penal dos sofrimentos de Cristo, da sua morte como um sacrifcio vicrio, e que assumiu a culpa por nossos pecados.

Com isso, Berkhof declara que essa teoria nega necessariamente a justia de Deus requer que todas as exigncias da lei sejam satisfeitas. A lei mero produto da vontade de Deus, e Ele pode alter-la ou at abrig-la, como.

Cristologia Lhe aprouver Grudem complementa dizendo que Dessa forma, Cristo no paga a pena exatamente pelos pecados concretos de algum, mas apenas sofreu para mostrar que quando as leis de Deus so quebradas alguma espcie de pena deve ser paga Esta teoria, defendida primeiro por Grcio, foi adotada por Wardlaw e por diversos telogos da Nova Inglaterra.

A primeira e mais evidente objeo essa teoria que est baseada em uma ideia errnea da natureza do castigo. Pressupe que o desgnio principal do castigo o bem para a sociedade. Se os melhores interesses de uma comunidade, humana ou divina, uma repblica humana ou o governo moral de Deus, podem ser alcanados sem a punio dos crimes cometidos, ento no se deve infligir tal castigo. Apesar de se poder dizer que ela contm um elemento verdadeiro, a saber, que a pena infligida a Cristo tambm um instrumento para garantir os interesses do governo divino, ela comete o erro de substituir o principal propsito da expiao por outro que, luz da Escritura, s pode ser considerado como um propsito subordinado.

Esta teoria tambm falha em seu prprio princpio.

APOSTILA CRISTOLOGIA BAIXAR

Uma real execuo da pena poderia causar funda impresso no pecador, e poderia agir como um verdadeiro dissuasor, se o fato de o homem pecar ou no pecar, mesmo em seu estado natural, dependesse apenas da vontade humana, o que no acontece; mas tal impresso dificilmente seria causada por uma simples e fingida exibio de justia, com vistas a mostrar a alta considerao de Deus pela lei.

Teria Cristo descido ao inferno? Transcrevo Ipsis litters as palavras de Grudem: Argumenta-se s vezes que Cristo desceu ao inferno depois de morrer.

A frase desceu ao inferno no aparece na Bblia. Mas o Credo Apostlico, amplamente usado, diz: foi crucificado, morto e sepultado; desceu ao inferno; e ao terceiro dia ressurgiu dos mortos. Isso significa que Cristo suportou mais sofrimentos aps sua morte na cruz? Um exame dos indcios bblicos indica que no. Entre os gregos, alguns traduziram inferno por hades, e outros por partes inferiores.

Algumas formas de Credo, nas quais se acham essas palavras, no mencionam o sepultamento e omitem a descida ao hades. Rufino observa que elas contm a ideia da descida nas palavras foi sepultado. Mais tarde, porm, a forma romana do Credo acrescentou o artigo em questo aps sua meno do sepultamento.

Segundo Grudem, o prprio autor da frase, Rufino, no pensava que essa frase significasse que Cristo desceu ao inferno, mas que foi sepultado. Desta forma, a palavra sepultura que no grego significa hades cujo significa lugar dos mortos, ou apenas sepultura, diferentemente de geena cujo significado inferno.

Berkhof diz que Calvino argumenta acertadamente que para aqueles que as acrescentaram aps a expresso foi sepultado, elas s tinham que denotar uma coisa adicional. Deve-se ter em mente que essas palavras no se acham nas Escrituras, e no se baseiam em proposies diretas da Bblia como se d com os restantes artigos do Credo Possvel apoio bblico 1. Os que procuram apoio nesta passagem tomam a expresso regies inferiores da terra como equivalente de hades.

Mas esta uma interpretao duvidosa. O apstolo argumenta que a subida de Cristo pressupe uma descida. Ora, o oposto da ascenso a encarnao, cf. Da, a maioria dos comentadores entende que a expresso se refere simplesmente terra. A expresso pode derivar de Sl Esta passagem fala sobre o sermo de Pedro no dia de Pentecostes, onde ele cita Sl.

Necessariamente no quer dizer que Cristo entrou no inferno aps a sua morte, pois h outro sentido para nesses versculos. A palavra inferno, segundo Grudem, representa um termo grego do Novo Testamento hades e um termo Cristologia hebraico sheol que pode significar apenas tmulo.

Neste caso a traduo da NVI traduz: Porque tu no me abandonars no sepulcro, nem permitirs que o teu Santo sofra decomposio. Supe-se que esta passagem se refere descida ao hades e visa a declarar o propsito dessa descida. O esprito ali referido ento entendido como sendo a alma de Cristo, e a pregao mencionada ter que ter tido lugar entre a Sua morte e a Sua ressurreio. Mas, tanto uma coisa como a outra so impossveis.

O Esprito mencionado no a alma de Cristo, mas o Esprito vivificante, e foi com esse mesmo Esprito que d vida que Cristo pregou. A interpretao comum que os protestantes fazem desta passagem que, no Esprito, Cristo pregou por meio de No aos desobedientes que viveram antes do dilvio, que eram espritos em priso quando Pedro escreveu, podendo ele, pois, denomina-los desse modo.

Bavinck considera isso insustentvel e interpreta a passagem como se referindo ascenso, que ele considera uma rica, triunfante e poderosa pregao aos espritos em priso. Sl Desta passagem Pearson conclui que a alma de Cristo esteve no inferno hades antes da ressurreio, pois se nos diz que ela no foi deixada l.

Mas devemos notar o seguinte: a A palavra nephesh alma muitas vezes empregada no hebraico pelo pronome pessoal, e sheol, pelo estado de morte. A ideia expressa seria a de que Jesus no foi deixado sob o poder da morte. Em ambos os casos o Salmo citado para provar a ressurreio de Jesus. Diferentes interpretaes da expresso do Credo.

Apostilas em PDF | Pastor Gustavo Fernando

Carlos Augusto Fernandes Machado a. A Igreja Catlica Romana a entende no sentido de que, aps a Sua morte, Cristo foi para o Limbus Patrum Limbo dos pais , onde os santos do Velho Testamento estavam aguardando a revelao e aplicao da Sua obra redentora, pregou-lhes o Evangelho e os levou para o cu.

Os luteranos consideram a descida ao hades como o primeiro estgio da exaltao de Cristo. Cristo foi ao mundo inferior para revelar e consumar a Sua vitria sobre Satans e sobre os poderes das trevas, e para pronunciar a sentena de condenao deles. Alguns luteranos localizam essa marcha triunfal entre a morte de Cristo e Sua ressurreio; outros, aps a ressurreio.

A Igreja da Inglaterra sustenta que, enquanto o corpo de Cristo estava no tmulo, a alma foi ao hades, mais particularmente ao paraso, a habitao das almas dos justos, e lhes fez uma exposio mais completa da verdade. Calvino interpreta a frase metaforicamente, 2. Segundo a posio reformada calvinista usual, as palavras se referem no somente aos sofrimentos de Cristo na cruz, mas tambm s agonias do Getsmani. A Escritura certamente no ensina uma descida literal ao inferno.

Alm disso, h srias objees a esse conceito. Ele no pode ter descido ao inferno quanto ao corpo, pois este se achava no sepulcro. Se Ele desceu realmente ao inferno, s pode ter sido quanto Sua alma, o que significaria que somente a metade da Sua natureza humana teve participao nesse estgio da Sua humilhao ou exaltao.

Ademais, enquanto Cristo no ressurgisse dos mortos, no teria chegado ainda a ocasio para a marcha triunfal, como os luteranos supem. Isto parece indicar que Ele esteve passivo, e no ativo, desde a hora da Sua morte at quando saiu do tmulo. Oposies bblicas a uma descida ao inferno As Escrituras no demonstram claramente que Cristo desceu ao inferno, pelo contrrio, ela se ope a esse tipo de argumento.

Cristologia Em Lc. Grudem acrescenta a passagem de Jo. Ele declara que esta passagem d forte indicao de que o sofrimento de Cristo terminou naquele momento e, assim, sua alienao do Pai pelo fato de suportar nosso pecado Isto implica que no teria descido ao inferno, mas teria ido de imediato presena do Pai, Conclui Grudem.

Nota-se tambm, em Lc. Conforme Grudem, esses textos indicam, portanto, que Cristo em sua morte experimentou o mesmo que os crentes na era presente experimentam quando morrem: seu corpo morto permaneceu na terra e foi sepultado como ser o nosso , mas seu esprito ou alma passou de imediato presena de Deus no cu assim como ocorrer com o nosso.

De modo geral, salutar combinar dois pensamentos: a Que Cristo sofreu as angstias do inferno antes da sua morte, no Getsmani e na cruz; e b que ele adentrou a mais profunda humilhao do estado de morte. Aqui reside o ncleo central da f crist. Devido ao fato da ressurreio, sabemos que a vida e a falta de sentido da morte tm um sentido real de que este evento assume uma clareza ofuscante.

Com a ressurreio se abriu para ns uma porta para o futuro absoluto, e fez sua entrada no corao humano com uma esperana indestrutvel. Assim, podemos declarar com segurana que a histria da ressurreio de Cristo , a histria mais autntica do mundo. Foi profetizado no Antigo Testamento; Foi declarado pelo prprio Cristo; comprovado de forma clara e fcil; Evidncias de forma abundantes so encontradas deste verdadeiro acontecimento; As testemunhas do fato de que Cristo foi visto vivo depois de sua morte na cruz, eram numerosas, competente e confivel em todos os sentidos; O fato da ressurreio de Cristo ter sido comemorado como uma observncia religiosa do primeiro dia da semana desde que chegou aos nossos tempos.

Estudos Bíblicos, sermões, cursos ead, Teologia, Bibliotecas digitais, apostilas. Assine este site. Central de apoio ao estudante de Teologia.

Josias Moura de Menezes. Curso uma vida com propósitos na Igreja Betel. Augusto Nicodemos: clique aqui para ver Video o que é teologia liberal. Texto 04 de Teologia do Antigo Testamento: A origem, a natureza e o destino do homem.

Texto para debate em grupos: Teologia Bíblica do Antigo Testamento. Tema: A Escatologia do Antigo Testamento. Ele interpretava os atos e os planos de Deus para os homens e orientava o povo nos caminhos traçados por Deus.

Ele era o representante de Deus para o povo. Cristo foi o verdadeiro profeta, anunciado desde Moisés Dt Os que creram em Jesus Cristo reconhecem ser Ele o profeta que havia de vir ao mundo Jo 6: 14; At 3: Ele revelou Deus e a sua vontade, Hb 1: 3. No antigo testamento o sacerdote era uma pessoa divinamente escolhida e consagrada para representar os homens diante de Deus e oferecer dons e sacrifícios que assegurassem o favor divino, e ainda para interceder pelo povo Hb 5: 4; 8: 3.

Cristo realizou um sacrifício perfeito Hb 12 14 , isto é o seu trabalho sacrificial foi consumado, historicamente na cruz. Os profetas do antigo testamento falaram de um Rei que viria da casa de Davi, para governar Israel e as nações, com justiça, paz e prosperidade Is Cristo mesmo afirmou que Ele era o Rei prometido Jo 36, Qual o significado da morte de Cristo?

O que de fato aconteceu quando o filho de Deus morreu? Na Bíblia, Deus apresenta-se às vezes como um Deus irado com o homem, por causa do pecado Jo 3: 36; Rm 1: 18; 5: 9;! Ts 1: 10; Ap 6: A doutrina cristológica, mostra a beleza, e tudo quanto temos hoje e no futuro.

Pelo seu cumprimento, Cristo é a nossa glória eterna. Marcadores: alagoas , assembléia , assembléia de Deus , bíblicos , cristologia , Deus , doutrina de cristo , estudos , farol , maceió , tabuleiro do martins , unaadtam.